quinta-feira, setembro 24, 2026
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Autópsia diz que brasileira na Indonésia morreu por hemorragia interna

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Juliana Marins morreu em decorrência de um trauma que causou hemorragia e ferimentos graves em órgãos internos no tórax. O resultado da autópsia, realizada em Bali, na Indonésia, foi divulgado pelo médico Ida Bagus Alit nesta sexta-feira (27), numa coletiva com a imprensa local. A brasileira caiu de uma trilha no vulcão Rinjani no último sábado (21).

Segundo o médico, Juliana teria morrido em até 20 minutos após o impacto. Os ferimentos estavam espalhados na cabeça, pescoço, braços, pernas e nas costas, onde houve a maior lesão. Não foi possível determinar a hora da morte por causa da manipulação do corpo, que precisou ser colocado em um freezer para transporte.

A hipotermia foi descartada porque não havia lesões típicas, como queimaduras nos dedos. O médico afirmou que a possibilidade de morte por falta de comida e água também é muito pequena, e ressaltou que foi o trauma na região torácica, nas costas, que causou o óbito de Juliana. O corpo já foi liberado para que a família possa trazê-la de volta ao Brasil.

O governo federal publicou um decreto nesta sexta que cria uma exceção que pode permitir que o Ministério das Relações Exteriores pague pelo traslado do corpo de Juliana de volta ao Brasil.

O decreto estabelece quatro critérios para liberar a exceção: a família comprovar que não tem capacidade financeira para o custeio das despesas com o traslado; as despesas não sejam cobertas por seguro ou contrato de trabalho; comoção nacional; e disponibilidade orçamentária e financeira.

Ouça também: Família de Juliana Marins agradece voluntários: jamais será esquecido

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