{"id":8543,"date":"2025-06-30T11:24:09","date_gmt":"2025-06-30T11:24:09","guid":{"rendered":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/06\/30\/combinacao-de-tecnologias-do-brasil-e-da-china-pode-potenciar-producao-agroecologica\/"},"modified":"2025-06-30T11:24:13","modified_gmt":"2025-06-30T11:24:13","slug":"combinacao-de-tecnologias-do-brasil-e-da-china-pode-potenciar-producao-agroecologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/06\/30\/combinacao-de-tecnologias-do-brasil-e-da-china-pode-potenciar-producao-agroecologica\/","title":{"rendered":"Combina\u00e7\u00e3o de tecnologias do Brasil e da China pode potenciar produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Esta edi\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Bem Viver<\/em>\u00a0, programa do\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>, mostra como a intera\u00e7\u00e3o entre duas tecnologias \u2014 desenvolvidas separadamente no Brasil e na China \u2014 est\u00e1 sendo estudada no gigante asi\u00e1tico. A combina\u00e7\u00e3o dessas inova\u00e7\u00f5es pode representar mais e melhores op\u00e7\u00f5es para reduzir o uso de insumos qu\u00edmicos na agricultura familiar.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas o Brasil desenvolve uma tecnologia conhecida como \u201crochagem\u201c, que usa o p\u00f3 de rochas para fertilizar os solos. A China por sua vez, no mesmo tempo, desenvolveu a tecnologia de compostagem acelerada, reduzindo o tempo de produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes org\u00e2nicos. Agora, uma parceria entre a Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e Instituto de Pesquisa em Reciclagem Org\u00e2nica da Universidade Agr\u00edcola da China (UAC) explora a combina\u00e7\u00e3o das duas tecnologias.<\/p>\n<p>A encarregada do estudo \u00e9 Caroline Gomide, professora da UnB e pesquisadora visitante na UAC. A tecnologia chinesa de compostagem org\u00e2nica acelerada n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica, mas \u00e9 a mais econ\u00f4mica em compara\u00e7\u00e3o com outras, como a desenvolvida na Europa.<\/p>\n<p>Gomide explica que normalmente um processo de transforma\u00e7\u00e3o de res\u00edduo org\u00e2nico \u2013 seja de cozinha ou da agricultura \u2013, em composto org\u00e2nico, pode levar de 4 a 6 meses. Com a tecnologia desenvolvida pela UAC a transforma\u00e7\u00e3o ocorre em 7 dias, e o produto final (ap\u00f3s o tempo de matura\u00e7\u00e3o), leva ao todo um m\u00eas para ficar pronto. Embora o estudo que combina esse processo com a rochagem mais utilizada no Brasil, ainda esteja em andamento, j\u00e1 h\u00e1 ind\u00edcios sobre o potencial da combina\u00e7\u00e3o entre as duas tecnologias.<\/p>\n<p>\u201cA disponibilidade de nutrientes inorg\u00e2nicos para a planta nesse fertilizante org\u00e2nico que vai ser gerado a partir da combina\u00e7\u00e3o das tecnologias vai ser muito melhor do que apenas utilizando s\u00f3 mat\u00e9ria org\u00e2nica ou utilizando s\u00f3 os remineralizadores\u201d, diz Caroline Gomide.<\/p>\n<p>Isso porque, explica a professora da UnB, os micro-organismos ajudam a disponibilizar os nutrientes enquanto tamb\u00e9m decomp\u00f5em a mat\u00e9ria org\u00e2nica e as disponibiliza para as plantas. \u201cEnt\u00e3o as plantas v\u00e3o ter mais acesso a nutrientes, trazendo mais sa\u00fade para a planta, para o solo e mais micro-organismos tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>\u201cIsso segue um dos ensinamentos da [pioneira da agroecologia no Brasil] Ana Primavesi que \u00e9: o solo vivo \u00e9 o solo saud\u00e1vel. Com um solo saud\u00e1vel, a gente tem plantas saud\u00e1veis e comida saud\u00e1vel\u201d, explica Gomide.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A rochagem no Brasil<\/h4>\n<p>Suzi Huff Theodoro \u00e9 uma das maiores pesquisadoras do Brasil e do mundo na \u00e1rea de remineralizadores. Ela esteve na China recentemente para dialogar sobre a coopera\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o que vem sendo desenvolvida entre as duas tecnologias.<\/p>\n<p>A professora explica que os solos v\u00e3o perdendo minerais (ou eles v\u00e3o sendo alterados)por diferentes raz\u00f5es, seja pelo clima ou outros fatores (num processo conhecido como intemperiza\u00e7\u00e3o), porque as plantas os utilizam ou pelo mau uso do agroneg\u00f3cio ou outros modelos predat\u00f3rios.<\/p>\n<p>\u201cQuando voc\u00ea adiciona uma rocha fresca (como chamamos na geologia), uma rocha nova mo\u00edda no solo, voc\u00ea est\u00e1 inserindo minerais no solo, portanto est\u00e1 remineralizando\u201d, explica Huff Theodoro.<\/p>\n<p>Para a pesquisadora, um dos aspectos mais importantes dos remineralizadores \u00e9 virem de fontes locais, sem necessidade de importa\u00e7\u00e3o (principalmente no Brasil), e s\u00e3o adapt\u00e1veis a diferentes agroecossistemas. Cerca de 85% dos fertilizantes sint\u00e9ticos utilizados na agricultura brasileira s\u00e3o importados. A crise na Ucr\u00e2nia exp\u00f4s a depend\u00eancia do Brasil desses insumos, com altas na demanda e nos pre\u00e7os. Cerca de 23% desses insumos s\u00e3o importados da R\u00fassia no Brasil.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Nordeste e Sudeste do Brasil t\u00eam rochas aptas para a agricultura familiar, explica a professora. \u201cEssa diversidade de rochas que podem ser usadas beneficia a economia local, dinamiza a economia local, regional. Voc\u00ea n\u00e3o precisa percorrer grandes dist\u00e2ncias para ter acesso a fertilizantes\u201d, diz Suzi.<\/p>\n<p>Segundo o Conselho Nacional de Fertilizantes (Confert), o Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 8% do consumo de fertilizantes no mundo. \u00c9 o quarto maior consumidor, atr\u00e1s da China, \u00cdndia e Estados Unidos.<\/p>\n<p>Mais de 73% dos fertilizantes s\u00e3o utilizados nas monoculturas de soja, milho e cana-de-a\u00e7\u00facar. O elemento mais utilizado na agricultura brasileira, segundo o Confert \u00e9 o pot\u00e1ssio (38%), seguido pelo f\u00f3sforo (33%) e nitrog\u00eanio (29%). A professora Suzi considera que h\u00e1 pelo menos tr\u00eas aspectos em que os remineralizadores fortalecem a produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica: a produtividade, a redu\u00e7\u00e3o dos custos e o fator ecol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo fator, ela afirma que diferente dos fertilizantes agrot\u00f3xicos, os remineralizadores n\u00e3o apresentam risco de contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas, do solo e do ar. Suzi Huff Theodoro tamb\u00e9m destaca a contribui\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cAo contr\u00e1rio dos fertilizantes qu\u00edmicos que quando s\u00e3o usados emitem gases que favorecem o efeito estufa, os remineralizadores ao serem aplicados ao solo, eles t\u00eam a capacidade de capturar carbono\u201d.<\/p>\n<p>Sob o governo Lula, em 2023, o Confert aprovou o documento do Plano Nacional de Fertilizantes, que inclui, entre diversas metas, \u201catingir, em termos de capacidade instalada, 5 milh\u00f5es de toneladas\/ano de remineralizadores a partir de produtos e coprodutos at\u00e9 2025; 7,5 milh\u00f5es at\u00e9 2030; 12 milh\u00f5es at\u00e9 2040; e 16,5 milh\u00f5es at\u00e9 2050\u201d.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O risco dos org\u00e2nicos como parte de um novo pacote tecnol\u00f3gico<\/h4>\n<p>O Plano Nacional de Fertilizantes tamb\u00e9m prev\u00ea a meta de \u201caumentar a produ\u00e7\u00e3o e oferta de fertilizantes org\u00e2nicos e organominerais em, pelo menos, 25% at\u00e9 2025; 50% at\u00e9 2030; 200% at\u00e9 2040; e 500% at\u00e9 2050\u201d.<\/p>\n<p>Para a pesquisadora Caroline Gomide, o caminho da agroecologia e da soberania alimentar n\u00e3o pode passar pela continua\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia de um modelo em que os camponeses n\u00e3o estejam no centro.<\/p>\n<p>\u201cSe entrar na l\u00f3gica do pacote tecnol\u00f3gico onde os camponeses v\u00e3o ter depend\u00eancia na compra ou n\u00e3o v\u00e3o poder produzir ou acessar devido ao pre\u00e7o desses materiais, voc\u00ea acaba saindo de um pacote tecnol\u00f3gico na depend\u00eancia de fertilizantes sint\u00e9ticos e de pesticidas para uma outra depend\u00eancia\u201d, questiona a pesquisadora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de n\u00e3o ser vi\u00e1vel para a agricultura familiar ela aponta outro problema dessa via:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 ruim do ponto de vista econ\u00f4mico, mas existe um outro risco tamb\u00e9m no uso indiscriminado dos bioinsumos, e \u00e9 que tudo que visa s\u00f3 o lucro e n\u00e3o visa, de fato, entender o ambiente da cultura, o ambiente de plantio \u2013 a\u00ed nesse caso, o microambiente do solo, da intera\u00e7\u00e3o solo-planta-raiz, etc.\u2013, acaba exagerando no processo, e \u00e9 esse tipo de l\u00f3gica que acabou causando o surgimento das superbact\u00e9rias no caso dos antibi\u00f3ticos\u201d.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>E tem mais\u2026<\/strong><\/h4>\n<p>O Bem Viver traz tamb\u00e9m o Coletivo Suma\u00fama, que est\u00e1 transformando lixo em renda e consci\u00eancia no Par\u00e1.<\/p>\n<p>Voc\u00ea aprende o passo a passo do pato no tucupi, prato que \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o pura da Amaz\u00f4nia!<\/p>\n<p>Ainda no Norte, comunidades quilombolas do Amap\u00e1 debatem mudan\u00e7as clim\u00e1ticas com sabedoria ancestral e tecnologia social.<\/p>\n<p>E claro, cultura! O projeto Gueto Hub traz arte e resist\u00eancia na periferia de Bel\u00e9m.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando e onde assistir?<\/strong><\/h4>\n<p>No YouTube do\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>\u00a0todo s\u00e1bado \u00e0s 12h55, tem programa in\u00e9dito.\u00a0Basta clicar aqui.<\/p>\n<p>Na TVT: s\u00e1bado \u00e0s 13h; com reprise domingo \u00e0s 6h30 e ter\u00e7a-feira \u00e0s 20h no canal 44.1 \u2013 sinal digital HD aberto na Grande S\u00e3o Paulo e canal 512 NET HD-ABC.<\/p>\n<p>Na TV Brasil (EBC), sexta-feira \u00e0s 6h30.<\/p>\n<p>Na TVE Bahia: s\u00e1bado \u00e0s 12h30, com reprise quinta-feira \u00e0s 7h30, no canal 30 (7.1 no aparelho) do sinal digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVCom Macei\u00f3: s\u00e1bado \u00e0s 10h30, com reprise domingo \u00e0s 10h, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TV Floripa: s\u00e1bado \u00e0s 13h30, reprises ao longo da programa\u00e7\u00e3o, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVU Recife: s\u00e1bados \u00e0s 12h30, com reprise ter\u00e7a-feira \u00e0s 21h, no canal 40 UHF digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na UnBTV: sextas-feiras \u00e0s 10h30 e 16h30, em Bras\u00edlia no Canal 15 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>TV UFMA Maranh\u00e3o: quinta-feira \u00e0s 10h40, no canal aberto 16.1, Sky 316, TVN 16 e Claro 17.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintonize\"><strong>Sintonize<\/strong><\/h4>\n<p>No r\u00e1dio, o programa Bem Viver vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 7h \u00e0s 8h, com reprise aos domingos, \u00e0s 10h, na\u00a0<strong>R\u00e1dio Brasil de Fato<\/strong>. A sintonia \u00e9 98,9 FM na Grande S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m de ser transmitido pela\u00a0R\u00e1dio Ag\u00eancia Brasil de Fato.<\/p>\n<p>O programa conta tamb\u00e9m com uma vers\u00e3o especial em\u00a0<em>podcast<\/em>, o\u00a0<em>Conversa Bem Viver\u00a0<\/em>, transmitido pelas plataformas Spotify, Google Podcasts, iTunes, Pocket Casts e Deezer.<\/p>\n<p>Assim como os demais conte\u00fados, o\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>\u00a0disponibiliza o programa\u00a0<em>Bem Viver<\/em>\u00a0de forma gratuita para r\u00e1dios comunit\u00e1rias, r\u00e1dios-poste e outras emissoras que manifestarem interesse em veicular o conte\u00fado. Para ser inclu\u00eddo na nossa lista de distribui\u00e7\u00e3o,\u00a0entre em contato por meio do formul\u00e1rio.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"td-all-devices\"><a href=\"https:\/\/agoraouja.com.br\/\"><\/a><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/06\/30\/combinacao-de-tecnologias-do-brasil-e-da-china-pode-potenciar-producao-agroecologica\/\">Fonte Original <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta edi\u00e7\u00e3o do\u00a0Bem Viver\u00a0, programa do\u00a0Brasil de Fato, mostra como a intera\u00e7\u00e3o entre duas tecnologias \u2014 desenvolvidas separadamente no Brasil e na China \u2014 est\u00e1 sendo estudada no gigante asi\u00e1tico. A combina\u00e7\u00e3o dessas inova\u00e7\u00f5es pode representar mais e melhores op\u00e7\u00f5es para reduzir o uso de insumos qu\u00edmicos na agricultura familiar. 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