{"id":5920,"date":"2025-04-05T17:24:28","date_gmt":"2025-04-05T17:24:28","guid":{"rendered":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/04\/05\/o-instituto-que-ja-resgatou-37-vidas-bolivianas-do-trabalho-escravo-em-sao-paulo-brasil-de-fato\/"},"modified":"2025-04-05T17:24:33","modified_gmt":"2025-04-05T17:24:33","slug":"o-instituto-que-ja-resgatou-37-vidas-bolivianas-do-trabalho-escravo-em-sao-paulo-brasil-de-fato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/04\/05\/o-instituto-que-ja-resgatou-37-vidas-bolivianas-do-trabalho-escravo-em-sao-paulo-brasil-de-fato\/","title":{"rendered":"o instituto que j\u00e1 resgatou 37 vidas bolivianas do trabalho escravo em S\u00e3o Paulo \u2013 Brasil de Fato"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A busca por melhores oportunidades de vida \u00e9 o que motiva muitos bolivianos a cruzarem a fronteira com o Brasil. Mas a chegada nem sempre \u00e9 acolhedora. Lizeth Condore e Elias Escobar deixaram a Bol\u00edvia atrav\u00e9s de uma ag\u00eancia de empregos em Cochabamba. Ela, com 19 anos, gr\u00e1vida do primeiro filho. Ele, com 21. Os dois \u00e0 procura de trabalho. Entraram no Brasil por Corumb\u00e1 (MS). De l\u00e1, seguiram at\u00e9 uma oficina de costura, em Guarulhos (SP) ap\u00f3s uma contrata\u00e7\u00e3o previamente acordada.\u00a0<\/p>\n<p>Nos primeiros dias, Lizeth conta que foram bem tratados, mas, com o tempo, come\u00e7aram as viola\u00e7\u00f5es. \u201cNos finais de semana n\u00e3o nos deixavam sair. De segunda a sexta, tampouco. Nem sequer nos deixavam ir ao supermercado. E n\u00f3s quer\u00edamos saber onde era a Rua Coimbra porque l\u00e1 h\u00e1 muitos bolivianos, n\u00e3o \u00e9? Mas disseram que n\u00e3o era para ir para l\u00e1, que era um lugar ruim\u201d, relembra Condore.<\/p>\n<pre class=\"wp-block-code\"><code><div class=\"youtube-embed\" data-video_id=\"Y7LvSXx3Pqw\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Linhas Divinas: comunidade boliviana contra o trabalho escravo\" width=\"696\" height=\"392\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Y7LvSXx3Pqw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div><\/code><\/pre>\n<p>O casal, que n\u00e3o sabia costurar antes de chegar ao Brasil, passou a ter que fazer mil pe\u00e7as por semana. O empregador tamb\u00e9m come\u00e7ou a descontar diversos valores dos sal\u00e1rios, como as passagens, as taxas da ag\u00eancia de viagem, internet, \u00e1gua e at\u00e9 a luz. Dos R$ 1.500 mensais prometidos no contrato assinado, Lizeth e Elias n\u00e3o recebiam nada.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTrabalh\u00e1vamos a partir das 7h. \u00c0s 6h30 da manh\u00e3, o senhor vinha nos acordar e trabalh\u00e1vamos at\u00e9 \u00e0s 23h, meia-noite. \u00c1s vezes at\u00e9 \u00e0 1h. Isso j\u00e1 era um trabalho escravo\u201d, descreve Escobar ao<em> Bem Viver na TV<\/em>, programa do <strong>Brasil de Fato<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>\u201c<\/strong>Quer\u00edamos ir \u00e0 pol\u00edcia, mas t\u00ednhamos medo porque n\u00f3s est\u00e1vamos ilegais, sem documentos\u201d, completa o jovem boliviano.<\/p>\n<p>No entanto, ap\u00f3s as dificuldades, o jovem casal encontrou um caminho de esperan\u00e7a no Brasil. Um lugar onde hist\u00f3rias de vulnerabilidade, como a deles, podem ser\u00a0 reconstru\u00eddas. Este \u00e9 o\u00a0 Instituto Linhas Divinas, que, desde 2022, j\u00e1 acolheu 37 v\u00edtimas de trabalho an\u00e1logo a escravid\u00e3o. O local fica na Vila Prudente, zona Leste de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Elias conta o que mudou. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos liberdade. Digamos que nossa vida era da cama para a m\u00e1quina, da m\u00e1quina para a cama. Aqui j\u00e1 podemos ter mais tempo, at\u00e9 para os nossos filhos\u201d, coloca.<\/p>\n<p>O espa\u00e7o foi idealizado pela empreendedora Maria Nina Si\u00f1ani. Ao chegar no Brasil, em 2010, a boliviana viveu e trabalhou em condi\u00e7\u00f5es insalubres por quase um ano at\u00e9 o momento em que conseguiu abrir sua pr\u00f3pria oficina de costura, na capital paulista.<\/p>\n<p>Nesse caminho, conheceu outros conterr\u00e2neos que passaram por experi\u00eancias semelhantes. Essa viv\u00eancia e o desejo de que outras pessoas n\u00e3o sofressem a mesma realidade a motivaram a ajudar.\u00a0<\/p>\n<p>No princ\u00edpio, a inten\u00e7\u00e3o do instituto era orientar imigrantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o e compartilhar informa\u00e7\u00f5es sobre cursos e projetos que ofereciam bolsas de estudo. Com o tempo, Nina percebeu a necessidade de incluir o ensino de portugu\u00eas e, sobretudo, de oferecer moradia \u00e0s v\u00edtimas de explora\u00e7\u00e3o laboral.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cDecidimos trazer as pessoas para morar com n\u00f3s. Demos moradia e tentamos capacit\u00e1-las\u00a0 da melhor maneira.\u00a0 Primeiro, orientando a se documentar, segundo, compartilhando cursos de capacita\u00e7\u00e3o e, terceiro, com o idioma, tentando ensinar o pouco que sab\u00edamos do portugu\u00eas. Precis\u00e1vamos curar, sarar aquelas feridas e tentar mitigar aquela dor, aquelas m\u00e1goas das pessoas que chegavam\u201d, explica Nina.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Terceira turma<\/h4>\n<p>A casa hoje conta com quartos equipados com televis\u00e3o, geladeira, arm\u00e1rios e uma sala onde todos se re\u00fanem para assistir a jogos de futebol, filmes, e interagir.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>No momento, est\u00e1 em curso a terceira turma de imigrantes acolhidos. Eles permanecem vivendo e aprendendo no espa\u00e7o at\u00e9 terem condi\u00e7\u00f5es de alugar outro local. Cada um permanece em m\u00e9dia de seis meses a um ano por ali.\u00a0 Nina conta que o instituto supre lacunas deixadas pela falta de suporte adequado tanto do governo boliviano quanto do brasileiro.<\/p>\n<p>\u201cSe para validar um t\u00edtulo profissional demora cinco anos, imagina a pessoa quando chegar ter que gastar quase mil reais para se documentar, ent\u00e3o n\u00f3s corremos atr\u00e1s disso, tentando fazer com que eles consigam um trabalho para conseguir poupar e pagar essa documenta\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, oferecemos moradia, alimenta\u00e7\u00e3o e todos os servi\u00e7os b\u00e1sicos, porque, infelizmente, estamos abandonados pelo nosso governo\u201d, lamenta Nina.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Quebra de esteri\u00f3tipos<\/h4>\n<p>Para Carolina Balthazar, o instituto tem sido importante para recuperar sua autoestima. Ela chegou em S\u00e3o Paulo h\u00e1 quatro anos, ap\u00f3s o neg\u00f3cio de venda de sal que tinha na Bol\u00edvia falir. Antes de viajar, foi prometido a ela um sal\u00e1rio de R$ 2.000. Mas passou um ano trabalhando em uma oficina ganhando cerca de R$ 700 por m\u00eas.\u00a0<\/p>\n<p>Quando engravidou, Carolina conta que o comportamento do empregador mudou drasticamente. Foi afastada da costura e passou a trabalhar at\u00e9 \u00e0s 3h da manh\u00e3 em uma cozinha. Com sete meses de gesta\u00e7\u00e3o, ela e o marido foram expulsos do local sem receber os R$ 7 mil a que tinham direito. Da rua, com todas as malas, os dois foram recebidos no Linhas Divinas.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTodos s\u00e3o muito bons com a gente. Aqui mudou todo o trato, todo. Aqui minha filha pode brincar, j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 trancada. Minha pequena aqui conhece os outros meninos, as outras meninas. Somos muitos\u201d, conta Carolina.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cMeu desejo \u00e9 que outros bolivianos conhe\u00e7am o trabalho da Nina, do instituto. Hoje, desejo que se expanda para todo mundo, que essa casa cres\u00e7a, porque \u00e9 muito am\u00e1vel, \u00e9 muito acolhedor esse lugar. No trabalho, nos entende, se estamos doentes, nos ajuda. Tamb\u00e9m com os documentos, somos ajudados. Tudo est\u00e1 bem agora, tudo\u201d, completa a boliviana.<\/p>\n<p>A quebra de estere\u00f3tipos negativos associados aos imigrantes bolivianos \u00e9 outra das miss\u00f5es centrais do instituto. Para Nina e quem vive por l\u00e1, \u00e9 preciso combater o estigma de que toda a comunidade boliviana \u00e9 explorada e trabalha com a costura.\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEstamos tentando mostrar que a Bol\u00edvia n\u00e3o \u00e9 apenas a costura. Somas pessoas que temos talentos, profiss\u00f5es, somos pessoas que podemos chegar a qualquer lugar que queremos\u201d, finaliza Nina.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">E tem mais\u2026<\/h4>\n<p>No Rio Grande do Sul, colheita recorde de arroz agroecol\u00f3gico leva esperan\u00e7a a assentados depois de temporada de extremos clim\u00e1ticos.<\/p>\n<p>E tem comida de verdade! A chef Gema Soto ensina como preparar uma salada de abobrinha com atum.<\/p>\n<p>Confira ainda uma entrevista com Miguel Arroyo, um dos maiores pesquisadores da educa\u00e7\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quando e onde assistir?\u00a0<\/strong><\/h4>\n<p>No YouTube do <strong>Brasil de Fato<\/strong> todo s\u00e1bado \u00e0s 13h30, tem programa in\u00e9dito. Basta clicar aqui.<\/p>\n<p>Na TVT: s\u00e1bado \u00e0s 13h; com reprise domingo \u00e0s 6h30 e ter\u00e7a-feira \u00e0s 20h no canal 44.1 \u2013 sinal digital HD aberto na Grande S\u00e3o Paulo e canal 512 NET HD-ABC.<\/p>\n<p>Na TV Brasil (EBC), sexta-feira \u00e0s 6h30.<\/p>\n<p>Na TVE Bahia: s\u00e1bado \u00e0s 12h30, com reprise quinta-feira \u00e0s 7h30, no canal 30 (7.1 no aparelho) do sinal digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVCom Macei\u00f3: s\u00e1bado \u00e0s 10h30, com reprise domingo \u00e0s 10h, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TV Floripa: s\u00e1bado \u00e0s 13h30, reprises ao longo da programa\u00e7\u00e3o, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVU Recife: s\u00e1bados \u00e0s 12h30, com reprise ter\u00e7a-feira \u00e0s 21h, no canal 40 UHF digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na UnBTV: sextas-feiras \u00e0s 10h30 e 16h30, em Bras\u00edlia no Canal 15 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>TV UFMA Maranh\u00e3o: quinta-feira \u00e0s 10h40, no canal aberto 16.1, Sky 316, TVN 16 e Claro 17.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sintonize<\/strong><\/h4>\n<p>No r\u00e1dio, o programa <em>Bem Viver<\/em> vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11h \u00e0s 12h, com reprise aos domingos, \u00e0s 10h, na <strong>R\u00e1dio Brasil de Fato<\/strong>. A sintonia \u00e9 98.9 FM na Grande S\u00e3o Paulo e 93.3 FM na Baixada Santista. Al\u00e9m de ser transmitido pela R\u00e1dio Ag\u00eancia Brasil de Fato, de segunda a sexta-feira, das 11h \u00e0s 12h.<\/p>\n<p>O programa conta tamb\u00e9m com uma vers\u00e3o especial, Conversa Bem Viver , transmitida pelas plataformas Spotify, Google Podcasts, iTunes, Pocket Casts e Deezer.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"td-all-devices\"><a href=\"https:\/\/agoraouja.com.br\/\"><\/a><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/04\/05\/linhas-divinas-o-instituto-que-ja-resgatou-37-vidas-bolivianas-do-trabalho-escravo-em-sao-paulo\/\">Fonte Original <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A busca por melhores oportunidades de vida \u00e9 o que motiva muitos bolivianos a cruzarem a fronteira com o Brasil. Mas a chegada nem sempre \u00e9 acolhedora. Lizeth Condore e Elias Escobar deixaram a Bol\u00edvia atrav\u00e9s de uma ag\u00eancia de empregos em Cochabamba. 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