{"id":5252,"date":"2025-03-15T17:24:15","date_gmt":"2025-03-15T17:24:15","guid":{"rendered":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/03\/15\/assentamento-do-mst-atingido-por-enchente-no-rs-retoma-producao-em-meio-a-desafios\/"},"modified":"2025-03-15T17:24:17","modified_gmt":"2025-03-15T17:24:17","slug":"assentamento-do-mst-atingido-por-enchente-no-rs-retoma-producao-em-meio-a-desafios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2025\/03\/15\/assentamento-do-mst-atingido-por-enchente-no-rs-retoma-producao-em-meio-a-desafios\/","title":{"rendered":"Assentamento do MST atingido por enchente no RS retoma produ\u00e7\u00e3o em meio a desafios"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Ap\u00f3s as \u00e1guas da enchente hist\u00f3rica de 2024 no Rio Grande do Sul baixarem, era desoladora a situa\u00e7\u00e3o do assentamento Integra\u00e7\u00e3o Ga\u00facha, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Eldorado do Sul (RS). A cidade localizada na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre ficou 100% submersa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das perdas de tudo em casa, depois de quase 30 dias de alagamento, as 64 fam\u00edlias assentadas encontraram hortas e arrozais devastados, infraestrutura e m\u00e1quinas destru\u00eddas e a incerteza sobre o futuro.<\/p>\n<p>Menos de um ano ap\u00f3s a trag\u00e9dia clim\u00e1tica e ainda com desafios a serem superados, o <em>Bem Viver<\/em>,\u00a0programa do\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>, mostra que a produ\u00e7\u00e3o das hortas agroecol\u00f3gicas j\u00e1 est\u00e1 de volta \u00e0s feiras e a safra do arroz agroecol\u00f3gico prestes a ser colhida.<\/p>\n<p>Retomada iniciada ainda em 2024, depois que um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) atestou que o solo mantinha boa qualidade. Fruto do manejo realizado pelos assentados ao longo dos anos, com t\u00e9cnicas agroecol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>Em meio a sua horta, Marin\u00eas Riva e seu companheiro, Jos\u00e9 Mariano Matias, o Jalo, explicam o trabalho.<\/p>\n<p>\u201cA gente tira o mato e coloca de volta no solo pra que a terra fique protegida, porque existe a eros\u00e3o da chuva e a eros\u00e3o do sol. Se n\u00f3s tirar agora essa cobertura e deixar a terra nua, a terra vai sofrer, o alho por\u00f3 vai sofrer e principalmente os bichinhos que est\u00e3o a\u00ed na terra tamb\u00e9m v\u00e3o sofrer\u201d, afirma Marin\u00eas. Segundo ela, a fam\u00edlia usa v\u00e1rios tipos de cobertura de solo, como alimentos n\u00e3o aproveitados, mato retirado dos canteiros e at\u00e9 mesmo papel\u00e3o.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-retomada-com-manejo-e-solidariedade\">Retomada com manejo e solidariedade<\/h4>\n<p>H\u00e1 34 anos o assentamento ocupa a regi\u00e3o e j\u00e1 chegou a produzir mais de 11 mil sacas de arroz org\u00e2nico por ano. Apesar das dificuldades, trabalho e solidariedade foram essenciais para retomar a produ\u00e7\u00e3o. Jalo recorda dos primeiros dias ap\u00f3s as \u00e1guas da enchente baixarem.<\/p>\n<p>\u201cA\u00ed a gente come\u00e7ou devagarinho, ent\u00e3o, a fazer uma drenagem do solo, recuperando esse solo tamb\u00e9m. Deixou ele enxugar, recuperando ele com compostagem, calcariamos [aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio para corrigir a acidez do solo], aduba\u00e7\u00e3o verde. E a\u00ed tamb\u00e9m n\u00f3s, atrav\u00e9s do Movimento Sem Terra, a associa\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica l\u00e1 da feira, a gente come\u00e7ou numa campanha tamb\u00e9m para arrecadar sementes e mudas, para recuperar aqui os plantios\u201d, conta o agricultor. A campanha arrecadou junto \u00e0 sociedade valores essenciais para o rein\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Marin\u00eas refor\u00e7a os benef\u00edcios do manejo agroecol\u00f3gico. \u201cA gente usou muito composto, n\u00e9, a gente usou os preparados biodin\u00e2micos, que \u00e9 uma pr\u00e1tica que a gente faz h\u00e1 muitos anos. E isso traz a vida pro solo, \u00e9 essa riqueza que t\u00e1 a\u00ed.\u201d<\/p>\n<p>A assentada relata tamb\u00e9m que as demais hortas do assentamento s\u00e3o agroecol\u00f3gicas. \u201cTodas as hortas est\u00e3o no mesmo patamar que a nossa. Todo mundo faz esse trabalho, esse tipo de manejo, e esse cuidado que a gente tem, de preservar, de manter ao m\u00e1ximo a produ\u00e7\u00e3o de variedades, n\u00e9? Porque isso tamb\u00e9m ajuda.\u201d<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-arrozais-agroecologicos-voltam-a-produzir\">Arrozais agroecol\u00f3gicos voltam a produzir<\/h4>\n<p>Marildo Mulinari, conhecido como Tubiano, celebra a retomada da produ\u00e7\u00e3o dos arrozais agroecol\u00f3gicos. Ap\u00f3s tanta adversidade, o ano promete uma boa colheita.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s nos obrigamos a retomar, ap\u00f3s a enchente, na verdade estava tudo destru\u00eddo e, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, t\u00e1 com um aspecto bom, a lavoura. A gente teve que reconstruir os levantes de luz, reconstruir as bombas, os canais, as estradas que a enchente devorou com tudo. E hoje, passados oito meses da enchente, nos alegra ver o aspecto do arroz e a nossa expectativa \u00e9 produzir a nossa m\u00e9dia de sempre, em torno de 100 a 120 sacos por hectare\u201d, afirma.<\/p>\n<p>O estudo feito em junho de 2024 indicou que a enchente n\u00e3o afetou as caracter\u00edsticas f\u00edsicas e qu\u00edmicas do solo. \u00c9 o que conta o professor Paulo C\u00e9sar Nascimento, da Faculdade de Agronomia, que integrou a equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) respons\u00e1vel pela an\u00e1lise do solo das hortas.<\/p>\n<p>\u201cNaquela regi\u00e3o, as \u00e1guas n\u00e3o foram t\u00e3o violentas. N\u00e3o teve uma energia, uma velocidade de arraste, assim como aconteceu, por exemplo, no Alto Rio Taquari, no Alto Rio Ca\u00ed, n\u00e9? Ent\u00e3o isso, sem d\u00favida, acabou minimizando pelo menos esse problema. Mas a gente avalia que efetivamente o manejo, o cuidado que eles t\u00eam, contribuiu para isso tamb\u00e9m\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Ele pontua o benef\u00edcio do manejo e do cuidado com as caracter\u00edsticas qu\u00edmicas da terra. \u201cA manuten\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo, o uso de plantas que tamb\u00e9m servem como cobertura do solo, cobertura viva em alguns, em altern\u00e2ncia com as esp\u00e9cies aliment\u00edcias, as esp\u00e9cies de interesse comercial, isso contribuiu.\u201d<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-bioinsumos-tecnologia-agroecologica\">Bioinsumos: tecnologia agroecol\u00f3gica<\/h4>\n<p>Entre as t\u00e9cnicas usadas h\u00e1 anos pelos assentados da regi\u00e3o e que melhoram a qualidade dos alimentos sem agredir o meio ambiente est\u00e3o os bioinsumos. Dion\u00e9ia Soares Ribeiro, coordenadora da Unidade de Bioinsumos Ana Primavesi, localizada em Viam\u00e3o (RS), conta que a pr\u00e1tica \u00e9 usada h\u00e1 anos nos assentamentos.<\/p>\n<p>\u201cInclusive eles [os bioinsumos] come\u00e7aram pelos camponeses e agricultores, n\u00e9? E agora eles est\u00e3o ganhando bastante espa\u00e7o, inclusive no agroneg\u00f3cio\u201d, pontua. \u201cPara n\u00f3s, que n\u00e3o utilizamos o agrot\u00f3xico, ele vem para fortalecer a nossa agricultura, os nossos costumes.\u201d<\/p>\n<p>Ela explica que o bioinsumo \u00e9 parecido com a compostagem que muitas pessoas fazem em casa. \u201cO produto biol\u00f3gico, ele \u00e9 coletado, \u00e9 uma cepa que \u00e9 coletada e isolada. E a\u00ed, feita em laborat\u00f3rio. E a\u00ed a gente compra esse fermentinho e reproduz no nosso biorreator.\u201d<\/p>\n<p>Na unidade Ana Primavesi s\u00e3o produzidos quatro tipos de bioinsumos: o azospirillum, o bacillus subtilis, o bacillus thuringiensis e o pseudomonas. \u201cEsses quatro tipos de bionsumos a gente utiliza para as lavouras de arroz e para as hortas org\u00e2nicas que o movimento tem aqui no estado do Rio Grande do Sul tamb\u00e9m\u201d, complementa Dion\u00e9ia.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-parte-das-familias-quer-reassentamento\">Parte das fam\u00edlias quer reassentamento<\/h4>\n<p>Apesar da retomada na produ\u00e7\u00e3o, h\u00e1 fam\u00edlias que n\u00e3o querem mais permanecer no local. A luta pelo reassentamento junto ao governo do estado vem de antes enchente de 2024. Parte do assentamento que fica em \u00e1rea mais baixa j\u00e1 enfrentou oito enchentes em pouco mais de vinte anos. Foram v\u00e1rias perdas de produ\u00e7\u00e3o, mas na enchente de 2024, pela primeira vez a \u00e1gua n\u00e3o s\u00f3 entrou nas casas, mas chegou aos telhados.<\/p>\n<p>Ao lado da horta j\u00e1 com boa produ\u00e7\u00e3o, o agricultor assentado Daniel Audibert mostra um pomar com \u00e1rvores mortas. \u201cEra um pomar dom\u00e9stico que a gente tinha, j\u00e1 s\u00e3o \u00e1rvores plantadas h\u00e1 28 anos. E aqui a gente tinha toda uma barreira de prote\u00e7\u00e3o com bananas, para segurar o vento forte, para n\u00e3o dar impacto nas hortali\u00e7as. Ent\u00e3o, quando tu vem aqui, tu v\u00ea uma produ\u00e7\u00e3o linda. N\u00e3o significa que o solo n\u00e3o esteja bom, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o solo que te d\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia nesse local\u201d, pondera.<\/p>\n<p>Segundo ele, 33 fam\u00edlias do assentamento est\u00e3o dispostas a serem realocadas, desde os anos de 1999 e 2000. \u201cMas os governos n\u00e3o efetuaram essa transfer\u00eancia e a gente foi sobrevivendo a\u00ed\u201d, comenta. O assentamento Integra\u00e7\u00e3o Ga\u00facha foi feito pelo Governo do Estado e, ap\u00f3s anos sem avan\u00e7o, o di\u00e1logo pelo reassentamento de parte das fam\u00edlias voltou com for\u00e7a ap\u00f3s a enchente de 2024, ap\u00f3s a mobiliza\u00e7\u00e3o do MST.<\/p>\n<p>Para sair da promessa e manter os agricultores na regi\u00e3o, o reassentamento precisa superar entraves burocr\u00e1ticos entre o Governo do Rio Grande do Sul, a Uni\u00e3o e o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra). Em nota, o Executivo estadual disse que pediu ao governo federal o repasse de uma \u00e1rea em Eldorado do Sul (RS) em troca de uma \u00e1rea estadual para realocar as fam\u00edlias.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sucessao-familiar\">Sucess\u00e3o familiar<\/h4>\n<p>Em frente \u00e0s estufas que n\u00e3o ser\u00e3o mais consertadas ap\u00f3s seguidas enchentes, Alice Audibert reflete sobre o futuro. \u201cA gente conseguiu produzir, a gente conseguiu tirar o alimento, conseguimos voltar \u00e0s feiras, que t\u00e1 em grande escala. O espa\u00e7o, ele \u00e9 bel\u00edssimo, pena que n\u00e3o \u00e9 o nosso espa\u00e7o, do ser humano estar aqui.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ela, a avalia\u00e7\u00e3o dos moradores da \u00e1rea \u00e9 que o local onde vivem e produzem \u00e9 o leito do rio. \u201cAqui \u00e9 o lugar do rio, j\u00e1 chegou oito vezes aqui, a um n\u00edvel que ningu\u00e9m imaginava. Ent\u00e3o o mais consciente \u00e9 deixar pra natureza o que \u00e9 dela e que um dia a gente tomou, o ser humano tomou, e respeitar isso.\u201d<\/p>\n<p>Alice conta que para as fam\u00edlias da \u00e1rea mais baixa do assentamento, o local n\u00e3o permite a sucess\u00e3o familiar. \u201cEm uma parte do assentamento a gente consegue ver que talvez tenha uma sucess\u00e3o familiar, porque \u00e9 um ambiente que voc\u00ea consegue ficar ali com uma seguran\u00e7a. Foi uma \u00fanica vez que chegou a \u00e1gua at\u00e9 l\u00e1 e aqui chegou oito vezes. Eu sou agricultora, trabalho aqui, mas eu n\u00e3o consigo ver uma perspectiva de vida\u201d, lamenta.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-festa-da-colheita-do-arroz-agroecologico\">Festa da Colheita do Arroz Agroecol\u00f3gico<\/h4>\n<p>Enquanto parte das fam\u00edlias aguardam a destina\u00e7\u00e3o de novas terras, a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o para no assentamento. O m\u00eas de mar\u00e7o promete ser de celebra\u00e7\u00e3o de um dos produtos de maior destaque do MST, o arroz agroecol\u00f3gico.<\/p>\n<p>\u201cVai ser a nossa 22\u00aa festa do arroz, em Viam\u00e3o (RS), no Assentamento, Filhos de Sep\u00e9, no dia 20 de mar\u00e7o. Ent\u00e3o a gente vai festejar, vai confraternizar essa essa retomada depois dessa enchente\u201d, pontua Tubiano.<\/p>\n<p>A 22\u00aa Festa da Colheita do Arroz Agroecol\u00f3gico inicia \u00e0s 9h da quinta-feira, dia 20 de mar\u00e7o. Realizada anualmente pelo MST do Rio Grande do Sul, foi suspensa em 2024 porque a semeadura do gr\u00e3o, que geralmente come\u00e7a em setembro, precisou ser adiada em raz\u00e3o de duas enchentes hist\u00f3ricas na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre no ano anterior.<\/p>\n<p>Em 2024, quando 50% do arroz plantado em dezembro ainda n\u00e3o havia sido colhido, veio a maior enchente da hist\u00f3ria do Rio Grande do Sul. Agora, em 2025, depois de muito trabalho, a comemora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 retomada e celebra a maior produ\u00e7\u00e3o de arroz org\u00e2nico da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-e-tem-mais\">E tem mais\u2026<\/h4>\n<p>Falando do maior produtor de arroz org\u00e2nico da Am\u00e9rica Latina, a chef Gema Soto ensina a fazer um delicioso e saud\u00e1vel p\u00e3o de arroz, sem farinha e sem leite.<\/p>\n<p>O programa traz tamb\u00e9m as mulheres de Belo Horizonte (MG) que lideram luta pela floresta, cultura e o direito LGBTQIA+.<\/p>\n<p>Que cheiro Bel\u00e9m (PA) tem? Se prepare para ser hipnotizado pelas ervas da mata dos perfumes, po\u00e7\u00f5es e banhos paraenses.<\/p>\n<p>E o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) d\u00e1 um salve de Sergipe sobre a luta pela produ\u00e7\u00e3o de alimentos sem veneno.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quando-e-onde-assistir\">Quando e onde assistir?\u00a0<\/h4>\n<p>No YouTube do <strong>Brasil de Fato<\/strong> todo s\u00e1bado \u00e0s 13h, tem programa in\u00e9dito.\u00a0Basta clicar aqui.<\/p>\n<p>Na TVT: s\u00e1bado \u00e0s 13h; com reprise domingo \u00e0s 6h30 e ter\u00e7a-feira \u00e0s 20h no canal 44.1 \u2013 sinal digital HD aberto na Grande S\u00e3o Paulo e canal 512 NET HD-ABC.<\/p>\n<p>Na TV Brasil (EBC), sexta-feira \u00e0s 6h30.<\/p>\n<p>Na TVE Bahia: s\u00e1bado \u00e0s 12h30, com reprise quinta-feira \u00e0s 7h30, no canal 30 (7.1 no aparelho) do sinal digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVCom Macei\u00f3: s\u00e1bado \u00e0s 10h30, com reprise domingo \u00e0s 10h, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TV Floripa: s\u00e1bado \u00e0s 13h30, reprises ao longo da programa\u00e7\u00e3o, no canal 12 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>Na TVU Recife: s\u00e1bados \u00e0s 12h30, com reprise ter\u00e7a-feira \u00e0s 21h, no canal 40 UHF digital.\u00a0<\/p>\n<p>Na UnBTV: sextas-feiras \u00e0s 10h30 e 16h30, em Bras\u00edlia no Canal 15 da NET.\u00a0<\/p>\n<p>TV UFMA Maranh\u00e3o: quinta-feira \u00e0s 10h40, no canal aberto 16.1, Sky 316, TVN 16 e Claro 17.\u00a0<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintonize\">Sintonize<\/h4>\n<p>No r\u00e1dio, o programa Bem Viver vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11h \u00e0s 12h, com reprise aos domingos, \u00e0s 10h, na R\u00e1dio Brasil Atual. A sintonia \u00e9 98,9 FM na Grande S\u00e3o Paulo e 93,3 FM na Baixada Santista. Al\u00e9m de ser da transmiss\u00e3o pela\u00a0R\u00e1dio Ag\u00eancia Brasil de Fato, segunda a sexta-feira, das 11h \u00e0s 12h.<\/p>\n<p>O programa conta tamb\u00e9m com uma vers\u00e3o especial,\u00a0<em>Conversa Bem Viver\u00a0<\/em>, transmitida pelas plataformas Spotify, Google Podcasts, iTunes, Pocket Casts e Deezer.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"td-all-devices\"><a href=\"https:\/\/agoraouja.com.br\/\"><\/a><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2025\/03\/15\/assentamento-do-mst-atingido-por-enchente-no-rs-retoma-producao-em-meio-a-desafios\/\">Fonte Original <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s as \u00e1guas da enchente hist\u00f3rica de 2024 no Rio Grande do Sul baixarem, era desoladora a situa\u00e7\u00e3o do assentamento Integra\u00e7\u00e3o Ga\u00facha, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Eldorado do Sul (RS). 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