{"id":15104,"date":"2026-01-31T21:24:24","date_gmt":"2026-01-31T21:24:24","guid":{"rendered":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2026\/01\/31\/mostra-regional-da-fronteira-promove-reflexoes-sociais-e-culturais\/"},"modified":"2026-01-31T21:24:28","modified_gmt":"2026-01-31T21:24:28","slug":"mostra-regional-da-fronteira-promove-reflexoes-sociais-e-culturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agoraouja.com.br\/index.php\/2026\/01\/31\/mostra-regional-da-fronteira-promove-reflexoes-sociais-e-culturais\/","title":{"rendered":"Mostra Regional da Fronteira promove reflex\u00f5es sociais e culturais"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A cidade de Porto Alegre pelo olhar dos imigrantes, atrav\u00e9s da linguagem musical, \u00e9 a premissa do curta <em>Can\u00e7\u00e3o Imigrante<\/em>, de Cleverton Borges e Pedro Guindani. J\u00e1 a luta da Casa Mirabal (organiza\u00e7\u00e3o que acolhe v\u00edtimas da viol\u00eancia dom\u00e9stica e enfrenta o poder p\u00fablico contra a desapropria\u00e7\u00e3o da escola abandonada em que vivem as mulheres e suas crian\u00e7as) \u00e9 contada por Theo e Claudia Tajes a partir da chegada no local de Maria e sua filha, a beb\u00ea Violeta, em <em>Roxo Lil\u00e1s Violeta<\/em>.<\/p>\n<p>Esses s\u00e3o exemplos dos t\u00edtulos ga\u00fachos selecionados para a competi\u00e7\u00e3o da 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Mostra Regional da Fronteira, evento que fortalece a produ\u00e7\u00e3o audiovisual realizada no Rio Grande do Sul e que anunciar\u00e1 seus vencedores em cerim\u00f4nia de premia\u00e7\u00e3o na noite deste s\u00e1bado (31), em Bag\u00e9. J\u00e1 a fot\u00f3grafa e documentarista Mirian Fichtner (a mesma diretora do premiado longa <em>Cavalo de Santo<\/em>) concorre com o document\u00e1rio <em>Quando come\u00e7a a chover o cora\u00e7\u00e3o bate mais forte<\/em>, sobre as enchentes de maio de 2024 no estado, indo al\u00e9m de um registro hist\u00f3rico, mergulhando no olhar dos atingidos, \u201ctecendo um invent\u00e1rio dos medos, traumas na vida dos que perderam tudo\u201d, especialmente as popula\u00e7\u00f5es perif\u00e9ricas negras e mulheres.<\/p>\n<p>Com essas informa\u00e7\u00f5es, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel visualizar um recorte espec\u00edfico apenas analisando tr\u00eas produ\u00e7\u00f5es, todas de Porto Alegre (a \u00faltima sendo filmada ainda na Regi\u00e3o Metropolitana e no Vale do Taquari). Outra paisagem cultural presente na sele\u00e7\u00e3o \u00e9 a Fronteira ga\u00facha, como n\u00e3o poderia deixar de ser.\u00a0<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o da cidade-sede do festival, o curta-metragem <em>Plano Z<\/em>, dirigido por Helena Reischak Pereira, foi vencedor da mostra de curtas do IFSul de Bag\u00e9, em outubro de 2025. Focado na valoriza\u00e7\u00e3o da identidade local, o filme faz parte do cen\u00e1rio audiovisual da regi\u00e3o da Campanha ga\u00facha e tem cena filmada inclusive no territ\u00f3rio em que a Mostra Regional \u00e9 realizada: os trilhos ferrovi\u00e1rios no horizonte do Centro Hist\u00f3rico da Vila de Santa Thereza.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Plano Z, curta de Helena R. Pereira, traz a paisagem do Centro Hist\u00f3rico da Vila de Santa Thereza \u2013 Foto: Mostra Regional Fronteira\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Dessa regi\u00e3o, h\u00e1 ainda mais um t\u00edtulo de Bag\u00e9, dois de Sant\u2019Ana do Livramento e um de Uruguaiana. O \u00faltimo \u00e9 o celebrado <em>Trapo<\/em>, de Jo\u00e3o Chimendes, grande vencedor entre os curtas ga\u00fachos do Festival de Gramado: uma obra muito elogiada, que conquista o p\u00fablico facilmente com uma linguagem mais l\u00fadica para versar sobre o universo infantil.\u00a0<\/p>\n<p>No dossi\u00ea publicado pela Associa\u00e7\u00e3o de Cr\u00edticos de Cinema do Rio Grande do Sul, o cineasta, historiador da arte e professor Giordano Gio destaca que o menino protagonista de Trapo tem a puls\u00e3o da fantasia e faz a seguinte interpreta\u00e7\u00e3o: \u201cCom a c\u00e2mera de seu celular e com sua voz, ele invoca monstros e transforma a luz de poste em Lua, tal qual M\u00e9li\u00e8s com suas sobreposi\u00e7\u00f5es, cen\u00e1rios e, tamb\u00e9m, tecidos estendidos. Ao perceber a quimera que se formou de seus trapos roubados (e sabemos que a hist\u00f3ria do cinema \u00e9 repleta de pequenos atos de contraven\u00e7\u00e3o), Leonardo n\u00e3o expressa qualquer temor. De alguma forma, ele sabe que o monstro brotou de sua vontade de dominar uma linguagem, e que n\u00e3o tem volta, esse monstro o levar\u00e1 embora\u201d.<\/p>\n<p>Na lista, ainda est\u00e3o representantes de Pelotas, Cap\u00e3o da Canoa e Cachoeira do Sul. \u201cO Festival da Fronteira tamb\u00e9m \u00e9 um festival de linguagem, e nosso posicionamento perif\u00e9rico nos estimula um olhar social. A curadoria da Mostra Regional busca apresentar o Rio Grande do Sul contempor\u00e2neo, para al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de fronteira, uma produ\u00e7\u00e3o que revele nossa realidade social e que seja representativa da diversidade de nosso cinema\u201d, afirma\u00a0 o Secret\u00e1rio de Cultura de Bag\u00e9, Zeca Brito.<\/p>\n<p>Desde o ano passado, a Mostra Regional \u00e9 realizada em um per\u00edodo anterior ao Festival Internacional da Fronteira, conforme narra o idealizador do evento: \u201cAs primeiras edi\u00e7\u00f5es do Festival eram dedicadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de curtas-metragens realizados no Rio Grande do Sul, e esses curtas sempre estiveram em di\u00e1logos com a produ\u00e7\u00e3o local, filmes feitos em Bag\u00e9 e regi\u00e3o. Na medida que o Festival se tornou internacional e passa a dar destaque aos longas-metragens, era necess\u00e1rio que os curtas regionais tivessem seu espa\u00e7o pr\u00f3prio mantendo assim seu protagonismo. A Mostra Regional traduz a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha como um todo e se configura tamb\u00e9m como um espa\u00e7o de debate onde esses realizadores e suas obras s\u00e3o o centro das aten\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Para Marizele Garcia, curadora da Mostra Regional, nesses 17 anos de exist\u00eancia, o certame construiu uma trajet\u00f3ria cont\u00ednua de valoriza\u00e7\u00e3o das produ\u00e7\u00f5es locais, dos seus realizadores e das narrativas que emergem desse contexto geogr\u00e1fico, social e cultural espec\u00edfico. \u201cA presen\u00e7a de filmes de Bag\u00e9, Livramento, Uruguaiana e de outros territ\u00f3rios pr\u00f3ximos n\u00e3o \u00e9 algo ocasional, mas resultado direto da vontade de dar visibilidade ao cinema feito aqui. \u00c9 o segundo ano em que a Mostra Regional acontece dividida do restante do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, justamente como uma estrat\u00e9gia de dar ainda mais destaque \u00e0 produ\u00e7\u00e3o local e regional, a fim de possibilitar um espa\u00e7o pr\u00f3prio de circula\u00e7\u00e3o, encontro e reflex\u00e3o. Boa parte dos filmes selecionados \u00e9 fruto de pol\u00edticas p\u00fablicas de fomento, especialmente da Lei Paulo Gustavo, o que possibilitou um recorte mais diverso, incluindo mais produ\u00e7\u00f5es de cidades do interior\u201d, explica.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAo mesmo tempo, a curadoria compreende a responsabilidade de trazer esse cinema para a tela sem perder de vista a diversidade est\u00e9tica, tem\u00e1tica e pol\u00edtica. Muitos dos filmes selecionados abordam quest\u00f5es sociais que nos atravessam, e h\u00e1 um compromisso em fazer com que esses temas cheguem ao p\u00fablico. N\u00e3o se trata de um recorte tem\u00e1tico pr\u00e9-estabelecido, mas de quest\u00f5es que emergem da pr\u00f3pria realidade da regi\u00e3o e, consequentemente, do olhar de seus realizadores. A presen\u00e7a dos realizadores na cidade, debatendo os filmes e refletindo sobre o fazer cinematogr\u00e1fico, \u00e9 parte fundamental desse processo\u201d, complementa Marizele.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo ela, o compromisso de ser um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o, troca e fortalecimento para realizadores locais \u00e9 o Norte que orienta a curadoria: \u201cMais do que definir um \u2018perfil\u2019, a Mostra Regional do Festival da Fronteira \u00e9 um espa\u00e7o de escuta e visibilidade\u201d.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O sotaque musical da imigra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" data-dominant-color=\"272f1b\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #272f1b;\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.25-1024x640.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-921555 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.25-300x188.jpeg 300w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.25-1024x640.jpeg 1024w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.25-768x480.jpeg 768w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.25.jpeg 1280w\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Curta Can\u00e7\u00e3o Imigrante \u2013 Foto: Karen Eggers\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tr\u00eas m\u00fasicos, oriundos de outros pa\u00edses, encontram-se no Rio Grande do Sul, para onde vieram por motivos diferentes. A produ\u00e7\u00e3o do curta <em>Can\u00e7\u00e3o Imigrante<\/em> promove o encontro entre Ana Aristimu\u00f1o (com o cuatro, esp\u00e9cie de viol\u00e3o venezuelano), Dulce Martinez (no violoncelo, tamb\u00e9m da Venezuela) e Loua Oulai (na percuss\u00e3o, vindo da \u00c1frica) para a forma\u00e7\u00e3o de uma banda, explorando a linguagem musical como ponto de conex\u00e3o.<\/p>\n<p>A exibi\u00e7\u00e3o na 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Mostra Regional da Fronteira foi a estreia da obra dirigida por Cleverton Borges e Pedro Guindani em festivais (a demora se justifica pelo fato de que este foi um dos \u00faltimos projetos com produ\u00e7\u00e3o-executiva de Tainara Fraga, falecida repentinamente durante o Olhar de Cinema, em Curitiba, em junho de 2025).\u00a0<\/p>\n<p>O filme mostra as realidades desses tr\u00eas personagens, os aproxima e lhes d\u00e1 a oportunidade de mostrar suas refer\u00eancias musicais e mistur\u00e1-las, fazendo surgir uma nova musicalidade. A ideia do document\u00e1rio \u00e9 conhecer as hist\u00f3rias de vida e acompanhar os ensaios, at\u00e9 a apresenta\u00e7\u00e3o do grupo em um show, aberto ao p\u00fablico, entregando para o destino que os acolheu a nova m\u00fasica que constru\u00edram juntos.<\/p>\n<p>Cleverton relata que o curta come\u00e7a a surgir em 2022, a convite de Augusto Stern, produtor proponente e roteirista: \u201cEle tem essa ideia de contar a cidade de Porto Alegre atrav\u00e9s de perspectivas de pessoas que n\u00e3o s\u00e3o da capital. O que eles pensam sobre essa cultura, como \u00e9 esse atravessamento cultural de virem de outro lugar, se entenderem como m\u00fasicos aqui e como eles dialogam com a cidade, como a cidade dialoga com eles\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>A pesquisa musical de Bruna Paulin procurou quem eram os artistas que vieram para c\u00e1, chegando \u00e0s meninas da Venezuela e ao percussionista da Costa do Marfim. \u201cO projeto teve mais de sete di\u00e1rias, e a gente teve diversos ensaios e encontros, conversou bastante sobre m\u00fasica e as experi\u00eancias deles com o estado e a cidade, al\u00e9m de entender o contato com a m\u00fasica. A gente v\u00ea que m\u00fasicos conseguem conversar entre si porque eles t\u00eam um dialeto pr\u00f3prio, t\u00eam a sua linguagem e conversam muito sobre isso.\u201d<\/p>\n<p>O diretor refor\u00e7a que a proposta era criar uma banda que tivesse o pr\u00f3prio sotaque: \u201cEnt\u00e3o, a gente tentou produzir um di\u00e1logo que fosse tra\u00e7ado e narrado atrav\u00e9s das experi\u00eancias deles junto com essa experi\u00eancia de Porto Alegre, e tentar criar um di\u00e1logo \u00fanico\u201d.<\/p>\n<p>Muitas das obras em que o cineasta atuou s\u00e3o relacionadas com produ\u00e7\u00f5es sonoras. \u201cTenho muito esse contato com m\u00fasica, porque eu sempre fui da noite, de festa, sempre estive em rua, em bar, e sempre fui de muito f\u00e1cil acesso com os m\u00fasicos. Gosto muito de ir em um lugar novo e conhecer m\u00fasica nova, e estar em outra cidade, conhecer m\u00fasicas do lugar\u201d, esclarece Cleverton, refor\u00e7ando a aproxima\u00e7\u00e3o, apesar de n\u00e3o tocar nenhum tipo de instrumento, n\u00e3o cantar e nem escrever.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cMeu interesse \u00e9 por que eu trabalho com som, acredito muito no som do audiovisual e acredito muito no som da m\u00fasica. Eu acho que s\u00e3o artes que se conversam, e a gente tem um di\u00e1logo, consegue tra\u00e7ar o mesmo sentimento\u201d, reflete o realizador, reconhecendo tamb\u00e9m a influ\u00eancia da fam\u00edlia na profundidade dessas conversas.\u00a0<\/p>\n<p>Bunker Sound Design, est\u00fadio de Stern, respons\u00e1vel pela finaliza\u00e7\u00e3o de som e dire\u00e7\u00e3o musical (ao lado do pr\u00f3prio Cleverton), \u00e9 a empresa proponente de <em>Can\u00e7\u00e3o Imigrante, <\/em>em coprodu\u00e7\u00e3o com Noite Escura (de Patr\u00edcia Barbieri).<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Filmes em competi\u00e7\u00e3o na 17\u00aa Mostra Regional da Fronteira<\/strong><\/h4>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" data-dominant-color=\"715742\" data-has-transparency=\"false\" style=\"--dominant-color: #715742;\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"769\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18-1024x769.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-921554 not-transparent\" srcset=\"https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18-300x225.jpeg 300w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18-1024x769.jpeg 1024w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18-768x576.jpeg 768w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18-1536x1153.jpeg 1536w, https:\/\/assets.brasildefato.com.br\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-31-at-15.52.18.jpeg 1600w\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Roxo Lil\u00e1s Violeta sobre a Ocupa\u00e7\u00e3o Mirabal \u2013 Foto: Mostra Regional Fronteira\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cr\u00e9dito: Mostra Regional Fronteira\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cAmores Eternos\u201d, de Lucas Guillande (19 min) \u2013 Sant\u2019Ana do Livramento<\/li>\n<li>\u201cCan\u00e7\u00e3o Imigrante\u201d, de Cl\u00e9verton Borges e Pedro Guindani (17 min) \u2013 Porto Alegre<\/li>\n<li>\u201cFragmento\u201d, de Renatho Costa (4 min) \u2013 Sant\u2019Ana do Livramento<\/li>\n<li>\u201cLimiar\u201d, de \u00c9rika Fagundes e Jo\u00e3o Vitor de Moraes Torres (9 min) \u2013 Pelotas<\/li>\n<li>\u201cLogos\u201d, de Britney (12 min) \u2013 Cap\u00e3o da Canoa<\/li>\n<li>\u201cM\u00e3e\u201d, de Jo\u00e3o Monteiro (20 min) \u2013 Porto Alegre<\/li>\n<li>\u201cO Jogo\u201d, de Alexandre Mattos e Chico Massimilla (14 min) \u2013 Pelotas<\/li>\n<li>\u201cO \u00daltimo Relincho\u201d, de L\u00e9o Gusm\u00e3o (12 min) \u2013 Bag\u00e9<\/li>\n<li>\u201cPlano Z\u201d, de Helena Reischak Pereira (5 min) \u2013 Bag\u00e9<\/li>\n<li>\u201cQuando come\u00e7a a chover o cora\u00e7\u00e3o bate mais forte\u201d, de Mirian Fichtner (15 min) \u2013 Porto Alegre, Regi\u00e3o Metropolitana, Vale do Taquari<\/li>\n<li>\u201cRoxo Lil\u00e1s Violeta\u201d, de Theo Tajes (15 min) \u2013 Porto Alegre<\/li>\n<li>\u201cTodos os Beb\u00eas Nascem Pelados em Cachoeira do Sul\u201d, de Eduarda Rodrigues e Thiago Beckenkamp (9 min) \u2013 Cachoeira do Sul<\/li>\n<li>\u201cTrapo\u201d, de Jo\u00e3o Chimendes (19 min) \u2013 Uruguaiana<\/li>\n<\/ol><\/div>\n<div class=\"td-all-devices\"><a href=\"https:\/\/agoraouja.com.br\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Google search engine\" src=\"https:\/\/agoraouja.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/anuncio_728x109px.jpg\" width=\"728\" height=\"90\"\/><\/a><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2026\/01\/31\/mostra-regional-da-fronteira-promove-reflexoes-sociais-e-culturais\/\">Fonte Original <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cidade de Porto Alegre pelo olhar dos imigrantes, atrav\u00e9s da linguagem musical, \u00e9 a premissa do curta Can\u00e7\u00e3o Imigrante, de Cleverton Borges e Pedro Guindani. 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